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sexta-feira, 22 de junho de 2012

O mistério da morte

A propósito do tema debatido no último Sabadão, segue-se o Capítulo 6 da palestra "A espiritualidade do doente crônico", feita por Pe. Jesus Bringas Trueba.

domingo, 10 de junho de 2012

Por que Deus faz milagres?



Por que Deus faz milagres? Para assinar doutrina.
Milagres, graças por todo lado.

Me falaram... -- quem discordar, pois que me lo demonstre... Tem duas teses doutorais intentando mostrar que este tipo de fenômeno que chamamos de milagre de primeira magnitude só se dá na Igreja Católica e no Antigo Testamento... Ambiente divino judeu-cristão. Fora, não se dão. Se alguém conhece, que me fale.

Contam da herege janjeniana, uma que se escapava [um milagre que teria ocorrido fora da Igreja Católica]... Em Paris, uma graça [alcançada] de uma senhora janjeniana herética, mas... e fugia da análise [de estar no contexto católico]... Mas, investigando [o milagre], antes da graça e da curação, [ela] tinha feito uma oração a Nossa Senhora, no altar de Notre Dame. Então, entrou [na fé católica]... Dentro!

Por que Deus faz milagres só nesse contexto de Igreja Católica? Porque assina doutrina!
Por que faz milagres com tantos santos? Porque é negada a intercessão dos santos!
Por que faz milagres, continuamente, por meio de Nossa Senhora? Porque é negada Nossa Senhora! Então, vai corroborando a doutrina.

Por que faz milagres com a Eucaristia? Porque não acreditamos.
Por que levanta todas as coisas que fez Cristo? [Coisas que] Se repetiram por sua Igreja, que é Seu Corpo.
Se vocês...
Entrem em conhecimento, gente, que não sabemos...

Vocês sabem que existem dois mil cadáveres incorruptos, de santos, pessoas santificadas? Então, será que Deus não quer isso, então? [os cadáveres] Com sangue vivo ainda... e flácido o corpo... Pode? É só um milagre...

Que proponham [milagres] outras religiões, para ver se têm... Não têm!
[Falando sobre milagres relatados na Igreja Católica] E que cresça uma perna... Dorme sem perna e no dia seguinte tem perna...
[dizem] "Ah, mas isso é..."
O que? Existem mais de dez mil testemunhas... Ou pensavam que na antiguidade eram bobos?
E o rei Felipe IV, tocando a perna nova... na Espanha... o Coxo de Calandra!
Então...
E vai a Lourdes! Vai ver! Que milagres! E graças por todo lado.

Porque Deus é Pai de todos, mas, milagre...
[Deus diz] "Só assino com milagre e profecia a verdade de uma doutrina".

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Para prolongar a Missa em missão



Para prolongar a Missa em missão: "Ide e virai pão partido para um mundo novo".
Pão entregue.
Que significa isso: “Ide e virai pão partido”?
Aí tem tanta coisa que vocês têm que transformar...
Colocamos cinco ou seis, mas vai vendo aí...

Agora pensa na tua casa: Que coisas podem ser melhoradas? No Brasil? Em Bauru?
Alguém pode falar: “Senhor, não tenho força!”
E Ele fala: “Pois estou dentro de ti... Utiliza-Me!”

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Usar o Querigma para iluminar a conversão


Vejam, o primeiro é a fé-conversão.
    O Querigma, o núcleo, que é: “Deus te ama”. Por que você não reconhece isso? Pelo pecado. Quem me salva? Temos salvador: Cristo, pela morte e ressurreição. Converte-te, acredita nisso. E o que fazer depois?
    Enquanto tem fé, o Espírito de Deus entra dentro de ti. E que faz? Te salva de falsos ídolos, de falsas soluções, de falsos caminhos. E que faz? Te faz comunidade, Igreja. Você quer? É a pergunta.
    Isso é o que teremos que anunciar, com a palavras certas, no momento certo... que a pessoa... qualquer um, da maneira certa. O como, o quando e o que, já está. Por que já está? O como e quando, cabe a nós.    E começa com fé, conversão, miolo. Depois começa a catequese, que é fé-iluminação. Primeiro fé-conversão, depois iluminação.
    Não deem de comer a um cadáver; está morto. Quem levanta o cadáver? O Querigma. Uma vez que crê, alimenta. Cristo não falou àquela menininha morta: “Levanta-te!” E depois falou à família: “Deem-lhe de comer!”. A Igreja que faça o mesmo: levanta-te! Depois para a Igreja: dêem-lhe de comer, alimenta.

sábado, 20 de agosto de 2011

O testemunho



Se você não testemunha, o  outro não recebe o impacto para crer. Quando você leva a Palavra e a vivência, é uma força impressionante que atua no outro. E ele vai ter que lutar... E lutar, porque custa... O possível não significa que seja fácil: é possível...

Maria, Mãe de Deus e Mãe da Igreja

Introdução

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O mistério de Deus




Quem cria é Deus, mas se atribui [a Criação] ao Pai, pelo Filho, no Amor. Pai, Filho, Espírito Santo. Por que pelo Filho? É a mesma Divindade, mas é bem diferente do que nós imaginamos. Pois, quando imaginas Deus, erras. Melhor não imaginar e viver o Mistério.
Por quê?
Porque é incompreensível à nossa limitação.
E um perigo muito grande e que hoje se dá muito: "o que não entendo não existe".
Não!
Não entendes, mas existe.
Então, o mundo de hoje tem no objetivo também, uma heresia: querer entender tudo. E, não!
Por um mistério, você não entende. Entendes um pouco, mas não entendes o principal.
Por isso, o único instrumento para viver o Mistério é a fé.
A razão ajuda depois que vem a fé, após a fé. Mas nunca substitui a fé, porque a fé é revelação de Deus, não conquista de nenhum ser humano. Por isso que, quando Deus criou, marcou tudo com três referências: uma, a Beleza; outra, a Verdade; outra a Bondade.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Deus nos chama à vida pelo Nome




Temos que aprofundar as coisas. Falavam os latinos “Non Multa, Sed Multum. O que significa: não muitas coisas, mas poucas, em profundo. Quando você desce à realidade em profundidade, conhece muitas coisas, porque não é um ponto profundo, é profundidade na vida. É diferente.
Desde toda eternidade, faz mais de 13.700 bilhões de anos, Deus já estava pensando você. Não no ser humano, em você. E aos que, diríamos, destinou, “pegou” na cabeça, um dia criou. Aos que criou, um dia justificou, quer dizer, tirou do pecado, salvou. E aos que salvou, um dia glorificou. Ressurreição! Veja que sequência!
Nosso ser, nosso Nome, ainda não está sendo pronunciado. Se pronunciará no final. Estou silabando ou silabiando meu Nome ao longo da minha existência. Por quê? Porque eu sou um ser com potencialidade, não terminado. E ainda, com a obrigação de me fazer. Ajudado, mas ninguém faz ninguém. Ele tem que se fazer. Ajudado, com intercessão, tudo bem. Mas, agora... Deus quando me chama, já me pensou num grau de graça e de perfeição que é a medida de Cristo. Porque, antes de criar o mundo, pensou em Cristo: é um Homem ao qual Ele se comunicaria e pegaria duas características – a confiança em Deus – total! – e a solidariedade. E como o homem, pelo pecado, perdeu a confiança e a solidariedade, teve que se fazer Homem para nos ensinar o que é confiar e se doar.
Essa é a dimensão da cruz: a vertical e a horizontal. Então, assumiu a cruz no sentido profundo. De verticalidade: confiança; quer dizer, qualquer coisa que acontecer, eu confio [em Deus]. E solidariedade: o outro é imagem de Deus e tem uma dignidade impressionante e eu o tenho que ajudar, porque ao ajudar, me ajudo e ao não ajudar, me destruo. Deus quando me chama, me chama pelo que eu tenho que ser e ainda não sou. Por isso noto a diferença e o “puxar” [o desejo de atender o chamado]... Então... entanto que [tanto é verdade que] você tem vida e desejo... Significa que tens que crescer mais. Por quê? Porque ainda não atingiste... Porque o ser humano quando pára... o motor do ser humano é o desejo... e se não tens desejo, não cresces. Então, entanto que tenhas [enquanto você tiver] desejo, significa que ainda não atingistes teu ponto, teu Nome. Temos que confiar, porque Ele quer que eu chegue a esse nível.
Lembrem o episódio de Jesus Ressuscitado e Maria Madalena. Maria está olhando para o túmulo, olhando para a morte e a vida está atrás. Está olhando em direção errada e então, chorava. E falava: “Onde colocaram a meu Amor? Não O encontro. Você sabe aonde está?” E está falando a Ele mesmo. [risos]
Então que faz?
Esse texto é antropológica, psicológica e espiritualmente, densíssimo.
Então, o que faz o “Jardineiro” – entre aspas? Lhe chama pelo Nome, pelo que ainda não era e tinha que ser. E fala: “Maria!”.  Aí ela virou, mudou. Mudou de direção e começou a olhar a vida e não a morte. E então reconheceu: “Meu Mestre!”.
O que falávamos: o ser humano, um dia, tem que perceber que é pecador. Não que peca. Que é pecador. E aí, a única solução é: “Senhor, tende piedade de mim, que sou pecador”.
E Deus fala: “Agora podemos conversar!”. [risos]
Porque como venhas com orgulho, estás perdido!

E agora lemos: “Ao vencedor darei um prêmio: o maná escondido”. Continua: “Darei também uma pedrinha branca a cada um. Nela está escrito um nome novo, que ninguém conhece. Só quem recebeu” (Ap. 2, 17).

sábado, 18 de junho de 2011

Transformados



    Outro tema que eu gosto de entender e falar para vocês é: o ser humano é um ser [formado de] matéria e espírito, por isso só entende através da matéria. Mas, isso, quando juntas a matéria e o espírito, para ti, essa operação é simbólica. Que significa? Que unes o visível com o invisível.
    Então, o mundo do hoje está cego, não vê o invisível, está surdo, não escuta a voz de Deus que grita continuamente.
    Por isso, Cristo veio a dar um simbolismo a nossos atos: “Eu tenho que tirar a cegueira e a surdez e a paralisia”. Por que...
Surdez: desobediência.
Cegueira: falta de fé
Paralisia: egoísmo
E morte, destruição total.
E Ele fez questão de curar surdos, paralíticos, cegos e levantar mortos.
E hoje continua fazendo o mesmo. Por isso, na Eucaristia, quem comunga bem, fica transformado Naquele que comunga.
Temos três maneiras de comungar*, mas sem comunhão com Logus, Palavra Encarnada, você não volta à Trindade.

* De acordo com o Catecismo Romano, há três modos de comungar: 
Comunhão indigna (fora da graça, em pecado), 
Comunhão espiritual (pelo desejo e a intenção de recebr o sacramento, animados de uma fé viva) e
Comunhão digna e sacramental
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